Busca Wiki será melhor que o Google?

Por Gilberto Jr, dia 1/08/07. 1 comentário »

Eu gosto do Google. Eu uso quase todos os seus produtos, gosto da maneira como a empresa se relaciona com a comunidade e gosto da sua filosofia. Mas nada disso sequer se compara a um bom projeto open source, como o linux ou a wikipédia, por exemplo.

Google e a comunidade Opensource

Embora o Google utilize bastante software opensource, quase tudo que eles fazem é proprietário. Uma das maneiras de recompensar a comunidade do software livre é empregando diretores de desenvolvimento de alguns programas, o internet messenger Pidgin (antigo Gaim) é um deles.

Mas será que é o bastante?

Sendo a busca uma parte tão essencial da estrutura da internet, será que é saudavel que ela fique nas mãos de uma empresa e de software proprietário? A falta de liberdade, comunidade e transparência são problemas sérios quando se trata de algo tão importante quanto os resultados de uma busca na internet.

Wikia lança o desafio de superar google com busca opensource.

Wikia, a empresa por trás do software da Wikipédia e muitos outros projetos similares, comprou recentemente o Grub um web crawler que utiliza computação distribuida para indexar sites de toda a web e deve abrir o código como um software livre.

Desta maneira, Jimmy Wales, o fundador da empresa, pretende aproveitar a inteligência da comunidade de programadores e editores, como fez no caso da wikipédia, para criar um excelente buscador, com todos os benefícios do software livre.

Os quatro princípios do Search Wikia são:

1. Transparência - A maneira como sistemas e algoritmos operam devem ser abertas, tanto em forma de licenças open source como de conteúdo aberto e APIs.

2. Comunidade - Todos podem contribuir de algum jeito (como indivíduos ou organizações). Forte foco na comunidade e sociedade.

3. Qualidade - Melhorar significativamente a relevância e precisão dos resultados e da experiência de busca.

4. Privacidade - Deve ser protegida, não guardar ou transmitir qualquer dado de identificação.

Mais poder para publicadores.

Wales disse em entrevista à Reuters: “Se nós conseguirmos ter boa qualidade nos resultados de busca, eu acho que isso realmente mudará a balança de poder, saindo das empresas de busca de volta para os publicadores de conteúdo.”

Será?

Na sua opinião, a comunidade de software livre tem força suficiente para bater nos gigantes da busca?

Novo boo-box, para monetizar blogs

Por Gilberto Jr, dia 30/07/07. 2 comentários »

Semana passada estávamos conversando sobre monetização de blogs. Uma boa novidade, que nesta conversa passou batida, quando se trata deste assunto é o boo-box, que é uma ferramenta que ajuda os blogueiros a venderem produtos de sites como Amazon, que dão uma comissão ao blogueiro.

O Boo-box, que recentemente recebeu investimentos de US$ 300 mil, lançou hoje uma nova versão. O investimento será utilizado para financiar o estabelecimento do negócio e a expansão da sua linha de produtos.

Marco Gomes conta as novidades: “agora não tem mais dor pra inserir tags em seu conteúdo, com a extensão de Firefox (ou bookmarklet pra qualquer navegador) tudo fica 100 vezes mais rápido (sendo conservador). A instalação é feita com passo-a-passo, pra ajudar os não-nerds, o site está mais simples e mais objetivo”.

Entenda melhor como funciona o boo-box no vídeo abaixo.

Eu, Harry Potter, Kevin e Bill Gates

Por Gilberto Jr, dia 30/07/07. 9 comentários »

oculos.jpg

O que eu, Harry Potter, o Kevin de Sin City e Bill Gates temos em comum? Bem, já que eu - graças a Deus - não sou um bruxo perseguido por todas as forças do mal, nem psicopata assassino serial (embora seja antropófago, ao meu modo) nem um artista que ficou bilionário vendendo telas azuis… Mesmo para o observador mais desavisado é claro que são os óculos, neste formato redondo.

Semana passada descobri que tenho astigmatismo, uma doença nos olhos que faziam com que o mundo inteiro passasse pelo filtro “gaussian blur” do photoshop. Eu era meio cegueta e não sabia. Dirigir à noite também era uma tortura, como se cada luz fosse um alfinete nos meus olhos.

Agora eu uso óculos. O desconforto causado por um treco pendurado no meu rosto é compensado: o mundo ficou nítido. Os livros, computadores e legendas da TV ficaram especialmente mais legais, mais fáceis de ler. Como meus óculos têm lentes transitions, servem também como óculos escuros… isso também é muito bacana. Ah! E minhas dores diárias de cabeça não me visitam mais.

Enfim, pra terminar este off-topic, é impressionante como uma coisa tão simples como uma visita ao oftalmologista e óculos podem mudar a vida da gente. Ok, ok… não foi lá uma conclusão muito profunda, mas os óculos também não fazem milagre né…

10 sugestões para uma filosofia blogueira

Por Gilberto Jr, dia 25/07/07. 9 comentários »

Quem já leu a filosofia da desta.ca pode perceber que nós nos inspiramos em duas fontes: a 37 signals, e a filosofia do google.

Penso que esta última serve também de base para reflexões a respeito da blogosfera, da ética e da filosofia que cada blogueiro pode escolher seguir.

Pensando nisso, neste artigo eu resolvi me inspirar nas “Dez coisas que o Google descobriu ser verdade” para criar 10 sugestões para uma filosofia blogueira. É preciso que fique claro que são sugestões - até porque nem eu mesmo sigo todas estas idéias.

1. Foque no leitor, o resto é conseqüência.

Desde o design do blog, o texto, as fontes, o tipo de linguagem usada, tudo deve ser pensado para colocando o leitor em primeiro lugar. Se você acha seu novo layout lindo, mas os leitores não gostaram (isso já aconteceu comigo aqui no Prática), mude. O leitor é que manda.

Por isso mesmo, entre outras coisas, as propagandas devem ser relevantes, não podem ser popups ou animações irritantes, não podem ser uma distração do conteúdo, que é o que realmente buscam.

2. É melhor fazer 1 coisa, muito bem feita.

No caso dos blogs isso acaba sendo um princípio natural. Mas é importante que o blogueiro tenha um foco. Quando o usuário assina seu blog sobre tecnologia, provavelmente será desagradável saber sua opinião sobre fraldas descartáveis, só porque você acabou de ser pai. Mantenha o foco, e seja realmente bom naquele nicho que você escolheu.

3. Rápido é melhor que devagar.

O importante do seu blog são as postagens. Se você enchê-lo de bugigangas ele ficará pesado e será chato entrar nele. Preocupe-se com o tempo que leva para o seu blog carregar. Ninguém tem tempo a perder. Não há nada tão legal quanto um site que carrega rápido.

4. Democracia na web é legal.

Aproveite a participação dos seus leitores para agregar valor ao seu blog. Fique atento às estatísticas: as matérias mais lidas indicam o que eles mais gostam de ler no seu blog. Fale sobre assuntos sugeridos pelos leitores. Abra canais de comunicação para que eles possam fazer perguntas, votar nas melhores postagens, etc.

5. Você não precisa estar no computador pra querer ler um blog.

O mercado de celular no Brasil é maior que o mercado de internet. Segundo Eric Schmidt, a maior parte do uso da internet no futuro vai vir dos usuários de celular. Você já tentou acessar seu blog via celular? Já se preocupou com isso? Este ponto pode ser relativamente complicado para a maioria dos blogueiros que não têm conhecimento técnico ou tempo para investir em tecnologia. Mas vale a pena começar já a pensar sobe o assunto.

6. Você pode fazer dinheiro sem fazer nada errado.

Este é o ponto principal deste meme. Há na blogosfera um levante de muitos blogueiros discutindo e reclamando a respeito da ética questionável de algumas pessoas. Será que fazer coisas erradas (como - na minha opinião - postagens pagas sem avisar o leitor, conteúdo roubado, conteúdo falso, polêmicas e brigas gratuitas para gerar mais visitas, links patrocinados que enganam o usuário, levando-o a clicar achando que é conteúdo do blog, etc) é a melhor maneira de ganhar dinheiro com um blog?

Nesta filosofia, quem define certo e errado é o leitor. Quando o blogueiro, por exemplo, cria um título que não corresponde ao conteúdo (como: “veja as fotos do acidente” para uma postagem sem foto nenhuma) o leitor que acessa a postagem fica irritado, porque foi enganado. Se a nós uma coisa não parece errada mas ao leitor parece, é errada.

Não é preciso nenhum destes artifícios para ganhar dinheiro com seu blog.

7. Sempre há mais informação por aí.

Roubar postagens é tão absurdo que nem merece que falemos sobre o assunto. Mas será que é mesmo necessário que nós fiquemos blogando todos sobre o iPhone, sobre o acidente, sobre o menino arrastado? O que há de melhor na blogosfera é o conteúdo original. Isso também vale para as postagens que fazem pouco ou quase nada além de traduzir postagens de gringos. Postagens originais, amigos! Há sempre algo diferente pra se dizer.

8. A necessidade de informação ultrapassa todas as fronteiras.

Qual seria o potencial do seu blog se alcançasse um público muito maior do que o que fala português? Àqueles que já geram algum dinheiro com seus blogs: já pensaram em investir um pouco num bom curso de inglês, para poder falar, da perspectiva brasileira, sobre seus assuntos para o mundo todo? O Brasil é uma potência enorme em termos de internet, um dos três maiores países em números de usuários em muitos serviços internacionais, mas a blogosfera brasileira certamente teria muito mais influência se chegasse a outros povos.

9. Você pode ser sério sem usar um terno.

Uma das principais características do blog é o fato de ser pessoal. Há um longo caminho pela frente para que os blogs tenham tanta credibilidade quanto a mídia tradicional tem. Eu acredito realmente que isso acontecerá um dia. Mas penso que o caminho não é o de despessoalizar o blog. Blogs não precisam ter a linguagem e o modo de tratar os fatos do Jornal Nacional, da Folha ou do Estadão para ter credibilidade. Nós podemos ser sérios mesmo com nossas brincadeiras, nossas ironias e nossas opiniões parciais e impressionistas.

10. Ótimo ainda não é bom o bastante.

Não podemos nos contentar com pouco. Não podemos ser mediocres. O blogueiro deve ter um compromisso com a excelência. A informalidade do blog não pode ser desculpa para fazer as coisas de qualquer jeito. Embora eu acredite na “contribuição bilionária de todos os erros”, acredito também que cada blogueiro deve buscar fazer o melhor, sempre.

Não é o caso de competir. Eu não penso que meu blog deve ser melhor ou pior que o do Michel Lent. O meu blog deve ser sempre, a cada postagem, melhor que o meu blog. Cada postagem deve ser melhor que a outra, como o atleta que a cada volta quebra seu próprio record.

Continuando o meme.

Este artigo participa de um meme sobre Ética Blogueira. Foi feito a convite do Manoel Neto. Convoco Marco Gomes, lulileslie, Jess,  e Daniel Sollero a darem suas opiniões sobre o assunto.

Monetização de blogs

Por Gilberto Jr, dia 23/07/07. Deixe o seu comentário »

Gosto de pensar que Blogs são conversas. Vou dar uma de enxerido e me meter numa interessante conversa começada pelo Fábio Seixas e continuada pelo Carlos Cardoso sobre monetização de blogs.

Viver de blog é pra qualquer um?

Fábio Seixas disse:

A receita de bolo tradicional é: crie um blog com conteúdo interessante que as pessoas queiram ler, coloque algum tipo de publicidade comissionada (adSense, […], etc), publique conteúdo sempre e espere os cliques nos anúncios. Esse modelo tem alguns pontos fracos e só funcionam “de verdade” para poucos.

Cardoso respondeu:

Não concordo que “poucos” sejam beneficiados pelo modelo. TODOS, literalmente TODOS os blogs com boa audiência que são monetizados se beneficiam desse modelo. […] Desse ponto de vista o AdSense é a ferramenta mais democrática que conheço.

Eu penso que, para ter uma renda suficiente para viver só de um blog, o blogueiro tem que ter conhecimento em diversas áreas (ótima redação, criatividade, SEO, HTML, monetização, cultura, estofo de leitura, etc…) coisa que não se adquire de uma hora pra outra. Concordo com Fábio que o modelo é para poucos, e concordo com Cardoso que o modelo é para todos que estão dispostos a fazer “tudo direitinho” e trabalhar o suficiente para ter algum retorno.

Não há segredo para viver de blog, mas também não é nada fácil. Não é tarefa para qualquer um.

A renda depende do paraquedista.

Segundo Cardoso,

O leitor habitual NÃO clica nos anúncios, isso já está contabilizado na equação. O grosso da renda vem dos paraquedistas.

Fábio disse que

O leitor fiel tende a consumir só o conteúdo, já o cara que chega pelo Google tende a clicar mais nos anúncios já que está procurando por algo. Ou seja, o modelo de publicidade online, tem um grande desafio, tornar os anúncios relevante para o leitor fiel, este que mantém a base da audiência.

O fato de que a renda de um blog é diretamente dependente dos leitores não habituais, os “paraquedistas” que vêm dos buscadores procurando uma informação específica, é um problema. O conteúdo dirigido aos leitores habituais é diferente do que os paraquedistas procuram.

Há também uma dúvida séria se os paraquedistas clicam nos links patrocinados porque se interessaram pelo anúncio ou porque estão perdidos e pensam que aquele link vai dar em outro artigo dentro do mesmo site - neste caso, ao dar no site do anúncio o paraquedista provavelmente sai da página sem dar ao anunciante o retorno que ele esperava.

No entanto, há os bons leitores, que acompanham sempre o blog, que assinam RSS, que fazem comentários edificantes… Mas estes leitores não clicam em banner nenhum. A pergunta aqui é:

Como gerar publicidade relevante para os leitores habituais?

Eu penso que, certamente a resposta não é o google adsense.

O Fábio sugeriu que o blogueiro procure os anunciantes diretamente, oferecendo seu espaço. O Cardoso retrucou falando sobre as dificuldades da burocracia deste modelo, como “nota fiscal ou RPA, contabilidade, contato com anunciantes, negociação, assinatura de contratos”…

Eu penso que um modelo a ser considerado, e amadurecido, é o de postagens pagas. Neste caso, o blogueiro deveria deixar claro que a postagem é paga e somente aceitar fazer postagens sobre produtos que sejam interessantes para seu público alvo. Este tipo de postagem, sem dúvida, não passa desapercebido dos leitores habituais e pode ser bastante interessante.

Mas como atrair este tipo de anunciantes? Como cuidar da parte burocrática sem muito trabalho e sem perder a maior parte do dinheiro do anúncio com o agenciamento? Não sei. Mas aí está uma boa oportunidade de mercado.

Como se livrar da burocracia do anúncio direto?

Eu discordo do Cardoso quando ele diz que “a criação de uma empresa/grupo para cuidar disso seria reinventar a roda”. A alienação entre o anunciante e o veículo que acontece no Adsense, onde o anunciante geralmente não sabe que seu anúncio foi veiculado em blog x ou y, traz uma série de problemas, o principal deles é que o anunciante não sabe a qual tipo de conteúdo sua marca está sendo relacionada.

Outra idéia seria instalar um sistema no próprio blog, utilizando uma plataforma pronta de pagamento como o Paypal ou similares, através do qual o anunciante pudesse colocar seu banner e pagar pelo espaço. Isso não seria muito difícil nem caro para um blogueiro que queira sair do Adsense e deixaria pra lá muito do trabalho burocrático.

Conclusão.

Ainda há neste debate muito espaço para o amadurecimento de idéias e do próprio blog como mídia. Os blogueiros profissionais são um fenômeno muito recente. Nos próximos anos nós certamente veremos uma consolidação da profissão que gerará mais credibilidade à mídia e uma série de recursos que hoje ainda não estão disponíveis.

Acidente da Tam foi causado por falhas de usabilidade?

Por Gilberto Jr, dia 19/07/07. Deixe o seu comentário »

Todo mundo tem alguma coisa pra falar sobre o acidente da Tam. Eu não tenho nada. Não gosto de conversar sobre tragédias. Tampouco gosto de ler sobre estes assuntos.

Mas o Fred postou hoje um excelente artigo, defendendo uma tese de que O acidente da Tam pode ter sido causado por problemas de usabilidade.

Cito alguns trechos:

Pode ser que os pilotos, acostumados com o procedimento padrão, ativaram o auto-brake Lo, quando deveria ser Med ou Max. Também pode ser que eles tenham superestimado a velocidade máxima que o avião poderia atingir naquela situação e usaram o padrão. Em ambos os casos, a máquina não toma a decisão sozinha, mas contribui para o piloto tomar.

Quando se automatizam procedimentos nas máquinas, o processo não fica explícito para os homens e eles tendem a confiar demais na automatização. É por isso que a cabine do avião tem tantos displays e controles. Poderia ser tudo automatizado e controlado através de poucos controles, mas devido às experiências fracassadas de outrora, a aviação tenta reduzir ao mínimo a automatização.

[…]

Se a investigação apontar “erro humano” na operação, devemos considerar se não seriam problemas de usabilidade imprevistos que surgiram na situação de risco e não permitiram a rápida recuperação do problema ou se a automatização induziu ao “erro humano”.

Leia a matéria completa.

Cardoso x Renê de Paula | Como gerenciar comunidades online?

Por Gilberto Jr, dia 19/07/07. 10 comentários »

Eu respeito muito o Renê de Paula, moderador da lista Radinho, pelo seu conhecimento sobre administração de comunidades online. Até citei ele aqui, com a frase: “Um bom moderador saberá enaltecer com discrição comportamentos exemplares, e desestimular ações negativas”

Acontece que, na boa intenção de “desestimular ações negativas”, ele topou com o Cardoso, do blog Contraditorium. Cardoso, pra quem não conhece, é um blogueiro com uma personalidade forte e um humor ácido, sarcástico, irônico, que em momentos de grande inspiração chega a lembrar o Dr. House.

Aí começa o problema.

Como é que podemos determinar o que são “ações negativas” sem conhecer a pessoa com a qual estamos lidando? No caso do Cardoso, quem o conhece sabe que ele adora uma polêmica (até porque, dá ibope), mas sabendo deste seu histórico em outras listas e comparando com as suas mensagens no radinho, ele até que foi muito bem educado lá. Eu pelo menos não vi uma só mensagem que fosse “negativa”.

Mesmo assim, por conta de querelas privadas entre os dois, ele foi expulso da lista.

Renê alegou que o expulsou por medo, e por não estar preparado para lidar com uma pessoa como ele, mas não disse medo de que. Como na dúvida, geralmente, ficamos pensando o pior das pessoas, Cardoso usou seu blog para um direito de resposta.

Até agora eu não entendi muito bem o que aconteceu.

Ficam aqui algumas perguntas:

O que o Cardoso fez para pôr tanto medo no Renê, a ponto de ser expulso?

Como é que alguém, sozinho, pode discernir “comportamentos exemplares” de “ações negativas” numa comunidade online, sem deixar um monte de gente chateada?

Até que ponto uma comunidade online é do dono ou de seus membros?

O que os mil e tantos assinantes do radinho ficaram pensando do caso?

O que você faria se estivesse no lugar do Cardoso? E no do Renê?

Eu, sinceramente, não faço a menor idéia.