Regras que definem a Web 2.0
Se um dia alguém me perguntar “o que é web 2.0″ eu tentarei definir em poucas palavras e direi: se você quiser saber mais, clique na tag [tag]o que é web 2.0[/tag] lá no w2br. Esse é meu sonho, que nós, esta comunidade, reflitamos e consigamos definir e entender bem a web 2.0 para tirar o melhor proveito nesta nova geração, no contexto brasileiro.
Seguindo este princípio, transcrevo trechos de outra postagem do Tim O’Reilly que tenta mais uma vez definir em poucas palavras e algumas regras (diferentemente do que fez da primeira vez com um artigo enorme) o que é Web 2.0.
A melhor definição sucinta de web 2.0
Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede pra se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva.
As regras que definem a web 2.0.
- 1. O beta perpetuo.
Não trate software como um artefato, mas como um processo de comprometimento com seus usuários.
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2. Pequenas peças frouxamente unidas
Abra seus dados e serviços para que sejam reutilizados por outros. Reutilize dados e serviços de outros sempre que possível.
- 3. Software acima do nível de um único dispositivo.
Não pense em aplicativos que estão no cliente ou servidor, mas desenvolva aplicativos que estão no espaço entre eles.
- 4. A Lei da Conservação de Lucros, de Clayton Christensen.
Lembre-se de que em um ambiente de rede, APIs abertas e protocolos padrões vencem, mas isso não significa que a idéia de vantagem competitiva vá embora.
- 5. Dados são o novo “intel inside”
A mais importante entre as futuras fontes de fechamento e vantagem copetitiva serão os dados. Seja através do aumento do retorno sobre dados gerados pelo usuário (ebay, amazon reviews, informações do audioscrobbler na last.fm, dados de tráfego de email/IM/Telefone desde que quem tem estes dados saiba como usa-los para desenvolver aplicativos de redes sociais, GPS e outros dados de localização), seja sendo dono de um nome (Gracenote/CDDB, Network Solutions), ou através de formatos de arquivo proprietários (MS Office, iTunes).
Pra que regras ?
Sei que muita gente tem aversão a regras. Mas é necessário que haja uma padronização no que pensamos que seja web 2.0, para que possamos nos comunicar e aproveitar melhor estes princípios. E ninguém melhor para definir o conceito que o seu próprio criador e maior evangelista.



12/12/06 às 1:27
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3/10/07 às 23:10
[…] a própria honra, sendo que não há nada permanente, nem mesmo uma verdade? Uma das bases da Web 2.0 é a inconstância do produto assim como sua liberdade para […]